Onde era mesmo?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Vou olhar lá fora.


Eu me lembro de tanta coisa.
Me pergunto tantas outras.
Fico na dúvida, me esqueço.
E no fim, termino na mesma.
Auto análise é uma merda.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Eu já não sou mais o mesmo.

Eu me dividi em dois.
O que sente, e o que fala.
E isso é uma tremenda furada.


Antigamente eu sentia em palavras. Sabia o que dizer. Hoje parece que tudo que se passa comigo é totalmente contra a retórica. Acho que minhas emoções emburreceram. Talvez tenham mesmo é virado emoções em essência, e essas, sejamos justos, não há oratória que consiga explicar.

Update: Acabei de concluir que f*@#-se essa história de emoção, chororô, sorrisinho e trelelê. Vou largar de ser dramático e viver do jeito que for mais legal. Agora, não sendo poético.

sábado, 26 de junho de 2010

Fields of Athenry.

A maioria das coisas que eu amo vem de momentos sem muita importância. Fields of Athenry é uma delas. A música toca no final do filme Veronica Guerin, e foi numa madrugada de insônia, há muito tempo, que eu o vi. Assim, sem mais nem menos.
A canção folclórica (de Pete St. John) fala da Grande Fome, que atingiu a Irlanda no séc XIX, através da história de Michael, um personagem fictício. É interessante notar a menção a Sir Charles Trevelyan, "que estava encarregado da administração da ajuda do Governo para as vítimas da fome, mas na verdade limitou a ajuda, acreditando que 'o julgamento de Deus enviou essa calamidade para ensinar aos Irlandeses uma lição'.". Bem a cara dos políticos de hoje.
A versão que resolvi postar não é a mesma do filme, mas vale tanto quanto. É dos Dubliners, um grupo folk irlandês que tem versões lindas de músicas como Go to Sea no More.

Fica a canção:


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Forecast.


Me sacaneiam e me chamam de doido. Sacaneiam Samysia e a chamam de louca. Mas a verdade é que somos uma dupla criativa à frente do nosso tempo. Somos visionários e videntes de tendência. A prova?

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Avadar

HAHA!

Tenho dito.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ponto de vista.

Mude.
Use a dor como um remédio amargo. Use a solidão como umas férias forçadas. Use o tédio como um repouso não desejado. Use a insatisfação como uma motivação imposta. Use a perda como um recomeço inesperado. Use o mal como um bem incompreendido.

sábado, 1 de maio de 2010

Preto.

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