Onde era mesmo?

quarta-feira, 31 de março de 2010

Não preciso disso.

Se você não precisa também.

E se quer saber, eu não preciso. Não preciso de quem me olhe com uma ternura que me faz balançar, alguém que me faça queimar a pele com a simples presença e que pareça me entender melhor do que eu mesmo. Eu não preciso. Não preciso do beijo mais doce do mundo, nem do cheiro mais confortante.
Não preciso da pele mais macia, do colo que melhor me aceite. Não preciso. Nem disso nem dos conselhos que fazem tudo tão certo, das piadas que fazem tudo tão leve, do sorriso que faz tudo tão sincero. Consigo viver sem as noites em claro, sem os dias sem fim, que são curtos demais. Consigo viver sem isso. Não preciso disso. Se você não precisa também.

Meu querido Ego.

A maior qualidade de um estagiário é não ter papas na língua. Se é bichona, rasga LO-GO na legenda!

O original, aqui.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Heineken e as Lovemark.

Wow.
Uma Lovemark é aquela que vira uma opção sentimental pro consumidor, e não mais uma escolha racional. Você não compra mais pelo custo benefício, pelo preço mais em conta, pela novidade. Você compra porque, por algum motivo, ama aquela marca. A Coca-Cola, Starbucks, Apple, Adidas, LEGO, são exemplos disso. Exemplo também é a Heineken, que na Europa se fez sinonimo de futebol. E com a linha mais cativante(pro público masculino) de associação do produto com o mercado emociona com iniciativas como a do vídeo abaixo. Simplesmente fantástico, sublime, incrível, e o que mais de adjetivos fora de série você encontrar.
Vi no sempre recomendável umpassinhoafrente.com.br

"O momento mais sagrado para os homens é assistir futebol com os amigos." "Mas conforme o tempo passa, este momento corre um risco cada vez maior."

Where will I be then?

With all his heart.
My thoughs drive me closer and closer to the track I wanna trail. Once I'm there, it's gonna be on me the task of figuring my own directions out. Think I'll handle it. Think.

Img: Photoshop. Fonte: Pointy. 3min.

domingo, 28 de março de 2010

O Cinema e Eu.

O que vale é a experiencia
Há quem goste de academia. Há quem prefira comer chocolate, costurar, ou sei lá, andar na praia. Eu vou ao cinema. Pra mim é um ritual. Desde o início. Um tempo pra sentir o cheiro, pra sentir o carpete macio, pra sentir onde vai ser o melhor lugar do dia. O de hoje não é necessariamente o de amanhã. Um tempo pra esperar. Com fones de ouvido, de preferência. Esperar pelos traileres, pelo filme, pelos créditos.
Ir ao cinema é uma diversão diferente. Não é uma fuga do estresse, nem um refúgio. Não preciso estar mal pra ir, nem bem. Eu só vou.Talvez seja porque é lá que a gente só precisa ser um espectador, tão anônimo quanto o cara ao lado. Sem muita responsabilidade além de aceitar uma sala de projeção como um quarto escuro, onde a gente sonha acordado, onde o sonho não passa exatamente dentro da gente, onde não se deve satisfação pelo riso, pelo choro, pelo medo, pela raiva, pela compaixão. E experimentar tudo isso hoje já é um hábito. De passar o dia de sala em sala, ou de ir pra última sessão por falta de tempo. Um hábito. Talvez um vício, mas de qualquer forma, pra mim, um ritual.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Luz. Muita luz.

Olha, tem quem goste, tem quem não goste. O mérito não é esse (mesmo que eu defenda). Resolvi postar essa propaganda do Greenpeace aqui porque é simplesmente hilária. É carregada do despudor deles, e um tapa na cara pra quem pensa que energia sai de qualquer lugar. Não sai.

You are my sunshine, my only sunshine!

Me lembrei de outra propaganda, antiga, nessa mesma linha de fotopropagação corpórea. Linha diferente, igualmente fantástica:

Tik, Tik.

Créditos à Mari, content-finder sempre presente nos posts desta propriedade.