É provável que você olhe pra essa ilustração e a ache parecida com um ou outro conhecido seu. Ou com você mesmo, quem sabe. Se isso acontecer, ela(a ilustração) deu certo. Deu certo porque ele(o Playboy Natalense) é um amontoado de clichês pouco criativos, mas com bastante apelo entre as fêmeas do grupo, igualmente concebidas em série. É um soldado do exército das embalagens sem conteúdo que vive na Cidade do Sol. Ele é a camisa Ralph Lauren, é o carro do pai, é a carinha de paisagem, é a pose marotamente engessada pra foto. Ele é a alegria das boyzinha, a resenha dos cara(que devem, via de regra, ser mais mirrados, mesmo que igualmente vestidos) e no fim de cada noite, é um acontecimento no posto. Ambiente tão interessante quanto ele próprio.
Deixo então, O Playboy Natalense:
"Camisa contendo números e cavalos"...muito boa!
ResponderExcluirRealmente, não é preciso pensar muito pra lembrar de um conhecido, ou vários!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkk EU MORRO DE RIR AQUI.
ResponderExcluirVoce sempre muito criativo, colega.
Você é um "Fela da mãe"!
ResponderExcluirA pessoa nascer com um dom, tudo bem. Agora nascer com mais de três... ahhhh...vá se daná, omi!!!!
Muito boa essa aí! Na hora que "bati o olho" identifiquei três seres do meu círculo de convivência!
Abração e Parabéns aí pela arte! Nojeeentu
kkkkkkkkkkkkkk... Ficou igual!! Dá até para generalizar... São todos assim!!
ResponderExcluirPosto: ambiente tão interessante quanto ele próprio. FATO. kkkkkkkk Eu sofro muuito com esses filhinhos de papai no posto aqui perto da minha casa, vou te contar! E parece que eles sentem, quando vou ligar pra polícia, abaixam o som ou vão embora. Tanto dinheiro investido em escolas particulares, tá sendo preciso adicionar a matéria de boas maneiras, hein?
ResponderExcluirAh, essa matéria devia ser lecionada em domicílio, junto com os pais dessa turma.
ResponderExcluirFaltou a camisa levemente ensacada na frente, mostrando o cinto...
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